terça-feira, 14 de julho de 2015

O PEÃO PASSANTE

   Sinopse


O PEÃO PASSANTE não é um livro sobre xadrez, mas uma história que utiliza o jogo de xadrez e suas incríveis facetas e possibilidades para metaforizar – de forma bem extremista – as relações humanas dentro de um reino fictício, sem época e sem muita lógica. Dois irmãos gêmeos devem enfrentar-se em uma batalha com apenas oito peões cada, dois cavaleiros, etc.

Exatamente a quantidade de peças e figuras que possui o xadrez, inclusive a dama, que, como no jogo, é a peça mais forte. Com um número de homens reduzido, a batalha se transforma em uma caça ao tesouro, impossível de ser vencida pela força ou pelo número, mas que só pode ser vencida com a estratégia e a inteligência dos dois irmãos. Cada uma das peças e muitas outras pessoas envolvidas na história têm sua importância. Entre elas estão bardos, ladrões, cavaleiros de má reputação, soldados da guarda, etc., e todos têm o seu passado revelado em algum momento. Embora a história gire em torno do destino dos gêmeos, ela surgiu de um olhar para o soldado anônimo que perece na batalha, e as razões muitas vezes vãs que levam um povo a guerrear.
O livro, todo construído sobre o pano de fundo do xadrez, tem como verdadeiro objetivo bagunçar a mente do leitor sobre quem é a “peça” mais importante e quem é de fato “bom” ou “mau”; e a trama da história é uma batalha ao vivo de xadrez com peças reais.

Trechos:

“Não importa quão ignorante qualquer um aqui seja a respeito do jogo do qual fomos destinados a participar vividamente, existe nele algo que é claro como o dia, para qualquer criança que já tenha aprendido os jogos de rua, as brincadeiras com seus amigos... E esse algo é que, em qualquer jogo, é preciso um movimento. Bem, uma ação. Uma jogada. A jogada para nós... significava um passo. Sempre um passo à frente, pois não havia com o que pudéssemos jogar, senão nós mesmos" – Viswanathan, o rei branco.

“Um jogo? – perguntou o rei, incrédulo – Você me trouxe um jogo? Disse que tinha a resposta para uma tormenta que não me deixa pregar o olho há três dias, e me traz um joguinho? Eu não acho que isso solucione o meu problema em nenhum aspecto. Acho que não há necessidade de perder tempo.
Tarcísio encarou o rei com seus olhos experientes, que bailavam entre a loucura e a sabedoria, e replicou com toda a tranquilidade:

– Sim, mantenho todas as minhas palavras. Eu não disse que era uma resposta, mas sim uma ferramenta. Vai levar algum tempo. É um jogo, e vai ajudá-lo a entender. Um jogo que requer um raciocínio que vai muito além das regras, um jogo que vai mexer com os alicerces da sua mente e destravar as alavancas do seu raciocínio embotado. Um rei precisa de perspicácia para resolver casos extremamente complicados e delicados, e eu estou perfeitamente certo de que isso não lhe falta. Mas agora a grande decisão voltou-se contra você mesmo, que precisa dar a sentença e é o único perdedor. Você mesmo implora para si piedade, e isso o impede de ver o problema com clareza – fez uma breve pausa. – Vamos chegar onde eu quero. Eu diria que você precisa pôr o problema no seu ângulo certo. E é isso o que eu venho trazer: um tabuleiro.”

Endereço da pagina:
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{Cena do filme Conquista Sangrenta, com Rutger Hauer e Jennifer J. Leigh}